O projeto do restaurante Dalva e Dito- dos chefs Alex Atala e Alain Poletto, partiu da proposta de resgatar a comida colonial brasileira.





Bem vindo a Leblon. A Cachaça Leblon foi desenvolvida para que o mundo possa apreciar uma cachaça de qualidade superior. A Cachaça (ka-SHAH-sa, nossa versão fonética para não brasileiros) é o terceiro destilado mais consumido no mundo, e é a alma da caipirinha, nosso coquetél nacional. A Cachaça é um produto típico brasileiro produzida da garapa da cana-de-açúcar destilada. Muitos analistas apontam a Cachaça como a próxima “tequila”, um destilado barato e de qualidade inferior que, através da melhoria da qualidade e novas regras produtivas, tornou-se um grande sucesso mundial e o coquetél Margarita um dos mais consumidos. A Leblon, leva a cultura da nossa caipirinha (kai-pur-een-ya, versão fonética para facilitar a sua pronúncia) mundo afora. A caipirinha com Leblon é muito especial, única e de qualidade superior.
A Leblon é produzida em Patos de Minas, MG, em nossa destilaria, a Maison Leblon. Combinamos métodos produtivos brasileiros com a tecnologia da produção francesa de vinhos para obtermos uma cachaça ultra especial. O renomado master distiller francês, Gilles Merlet, da região de Cognac na França, eleva a cachaça a um novo patamar de qualidade através de suas técnicas de fermentação, destilação e filtragem implementadas na Maison Leblon em Patos de Minas, MG. Nossa destilaria é uma obra de arte. Gilles produz lotes únicos destilados em alambiques de cobre e os mistura (blend) com toda a maestria adquirida através de sua experiência na produção de Cognac. Gilles finaliza a Leblon através de um processo de descanso de até seis meses em barricas de carvalho francês que foram utilizadas no envelhecimento dos Cognacs mais nobres (XO), proporcionando uma suavidade inesperada em uma cachaça.
Se você não conhece nada sobre cachaça seja bem vindo! Se você for um conhecedor saberá apreciar as qualidades de Leblon. Saúde!

O projeto do restaurante Dalva e Dito- dos chefs Alex Atala e Alain Poletto, partiu da proposta de resgatar a comida colonial brasileira. A festa de inauguração do Dalva e Dito, foi o maior arrasa-quarteirão em uma noite de muita chuva. Nem São Pedro impediu que centenas de convidados comparecessem ao coquetel de inauguração, onde se pode provar quitutes brasileiros preparados com esmero e apuradas técnicas como o cozimento com baixa temperatura.
A proposta do restaurante é a da retomada do conceito da cozinha convivial, servida em peças inteiras em grandes pratos para três ou quatro pessoas. Resgatando assim o trabalho da brigada do salão, responsável pela finalização na montagem dos pratos. Uma cozinha brasileira mas de categoria internacional. No menu da inauguração, caldinho de feijão, bolinho de aipim, cuscuz no palito, salada de feijão e sanduichinhos de pernil, foram uma pequena amostra do que o cardápio do restaurante oferece. O melhor da gastronomia brasileira sempre acompanhada do coquétel unico brasileiro – a Caipirinha – feita com Leblon a Cachaça de categoria também internacional , ou servida pura e gelada. “Tive que sair do Brasil para poder conquistá-lo. Por isso me identifico com a Leblon que fez o mesmo caminho e é a Cachaça da casa” explica Alex Atala.
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A cachaça está sendo rapidamente reconhecida como o novo destilado do momento nos Estados Unidos, juntamente com o seu coquetel: a caipirinha. O renomado chef de bar Naren Young revela dicas sobre a destilação da cachaça e destaca a cachaça Leblon como uma das cachaças premium da categoria.
Cristiano Taluzzi diz: Usar cachaça de melhor qualidade me permite brincar mais com os sabores e usar menos açúcar nos coquetéis. Nos últimos anos, a cachaça ficou melhor, e o gosto do caldo de cana, ao contrário de melaço (como a maioria dos rums), é mais leve e por isso combina mais com diversas frutas.
Cachaça: O mega destilado do Brasil
Aqui está um fato que muitos americanos adeptos aos destilados considerariam quase inconcebível: ano passado, o Brasil produziu mais de 1,3 bilhões de litros do seu destilado nacional – cachaça – fazendo com que ela se tornasse o terceiro maior destilado do mundo, atrás da vodca e do shochu, o destilado asiático. A cachaça tem uma longa e fascinante história que vem desde o século XVI, e sua popularidade se expandiu ao longo dos anos. Agora que o Brasil é um dos destinos mais desejados do planeta, a cachaça s encontram em um ótimo momento de crescimento.
A Leblon é produzida em uma destilaria state-of-the-art, a Maison Leblon, na fertil região de Minas Gerais, Brasil. Nossa produção de Cachaça é unica: Gilles Merlet, nosso master distiller, trata a fermentação, destilação e finalização como se estivesse produzindo um vinho fino. Utilizando técnicas de sua terra nativa, a França, Gilles está atento a todos os detalhes de sua criação; da seleção manual da cana a ser colhida e fermentos exclusivos até a destilação de lotes e posterior descanso em barricas de carvalho. E, por fim, a filtragem tripla e a arte de master-blending. Gilles acondiciona o destilado final em barricas de carvalho francês que foram utilizadas no envelhecimento de Cognac XO (extra old), dando à Leblon um toque extra especial. O resultado: uma Cachaça delicada, frutada e ultra suave.
Eu nunca entendi porque os brasileiros insistem em colocar vodka no seu coquetel mais típico, a caipirinha. A vodka é um destilado neutro, sem gosto, sem sabor e desprovido de qualquer aroma. A cachaça, por sua vez, é feita a partir do suco fresco da cana e, quando esta cana é tratada com respeito tal como o enólogo trata suas uvas, o resultado é uma cachaça de incrível aroma, sabor e complexidade à altura do mais fino vinho. De fato, vocês sabiam que a cana de açúcar tem mais moléculas de sabor do que as uvas?
Há uma razão para se usar tequila em Margaritas. O destilado combina perfeitamente com o suco de limão, o triple sec, açúcar e sal, e forma o equilíbrio perfeito, além de deixar o drink bem encorpado - aliás, corpo é o segredo de todo bom coquetel. Tire a tequila da Margarita, substitua por vokda e o drink perderá sua identidade, aroma, corpo e deixará de ser Margarita. Ninguém em seu pleno juízo ousaria substituir tequila por vodka em Margaritas! Não faz o menor sentido. O aroma do agave é crucial para o resultado final do drink. Ninguém faria isso.